Mídia o quê? Locomotiva?

Por incrível que pareça mídia locativa não tem nada a ver com locomotivas ou quaisquer outros meios de transporte.  O conceito de mídia locativa remete a conjunto de informações que geram comunicação, e estão diretamente associados a uma localidade.

André Lemos, uma das mais importantes referências no assunto, define mídia locativa como “o conjunto de tecnologias e processos info-comunicacionais, cujo conteúdo está diretamente associado a uma localidade”.  Com isso podemos pensar na troca de informações e conteúdo que criam novas possibilidade se espaços urbanos e não urbanos, re-significando o conceito de espaço. É o que acontece no meio digital. A mídia locativa pode ser, então, classificada com um processo de emissão e recepção de informação digital.

Pensando assim, a mídia locativa se quatro funções básicas para agregar valor ao conteúdo produzido em e para uma determinada localidade: realidade aumentada, que nada mais é do que transportar informações para serem visualizadas em um dispositivo móvel, aumentando a informação em tempo real; mapeamento e monitoramento de movimento, representado pelo mapeamento de um determinado espaço urbano, reproduzindo um percurso específico; geotags, que agregam informações digitais de mapas para serem acessados em móbiles; e anotações urbanas, que nada mais é do que o uso de celulares, Bluetooth, tablets, wi-fi, e vários outros meios para indexar uma informação em

Quem diria que algo tão presente em nosso dia-a-dia fosse assim tão complexo?

Em novembro o COMDPI traz para você o curso de Imersão em Mídia Locativa, ministrado pelo próprio André Lemos. Clique aqui e faça sua pré-inscrição antes que seja tarde.

COMDPI, porque aqui a internet é coisa séria.